quinta-feira, 21 de junho de 2007

Dor deshumana

Meu sol, com ele findou
Minha morte, por tal é crescente
Lua que rubrou
Sofrer que não é de gente?!

Dor deshumana, puta!
Minh'Alma assassinaste
Tanta maldade, tanta sicuta
Tanta saudade, Que baste!!?

Março 90
View Bernardo Maria Alves Do Rio Ahrens Teixeira's profile on LinkedIn

2 comentários:

Joao Bernardo disse...

fico à espera de mais...
Porque não permites comentários ao Resistencia?

J

Unknown disse...

gostava de aqui deixar
uma esperança grande
mas sei que não vai pegar
na amargura que cante

Sou velha, que importa
e com gosto lhe dou
um lugar no coração
de um filho que voo